terça-feira, 23 de abril de 2013

Refrão de Bolero

 Eu que falei: "nem pensar"
Agora eu me arrependo
Roendo as unhas
Frágeis testemunhas
 De um crime sem perdão...

Mas eu que falei: "nem pensar"
Coração na mão
Como o refrão de bolero
 Eu fui sincero
Como não se pode ser...

E um erro assim, tão vulgar
Nos persegue a noite inteira
 E quando acaba a bebedeira
Ele consegue nos achar...
 
Num bar
 Com um vinho barato
Um cigarro no cinzeiro
E uma cara embriagada
No espelho do banheiro...

Teus lábios são labirintos
Que atraem os meus instintos mais sacanas
O teu olhar sempre distante sempre me engana
Eu entro sempre na tua dança de cigana

Eu que falei: "nem pensar"
Agora eu me arrependo
Roendo as unhas
Frágeis testemunhas
De um crime sem perdão...

Mas eu falei sem pensar
Coração na mão
Como o refrão de um bolero
Eu fui sincero, eu fui sincero...

Teus lábios são labirintos
Que atraem os meus instintos mais sacanas
O teu olhar sempre me engana
É o fim do mundo todo dia da semana

Teus lábios são labirintos
Que atraem os meus instintos mais sacanas
E o teu olhar sempre me engana
É o fim do mundo todo dia da semana

Fica a dica

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