Eu gosto de guardar coisas. Não sou um colecionador, nem (como diz minha avó) fico acumulando entulho, porém, de algumas coisas eu não abro mão, por que elas me trazem algumas boas lembranças.
Algumas coisas ganhei, outras comprei, outras catei dos amigos, porém todas tem um valor sentimental pra mim. Sei de onde vieram, de como eu me sentia quando adquiri e isso me faz bem, memórias de dias felizes e de pessoas que me fazem (
Tenho uma velha revista que ganhei na segunda série sobre video games (na época psone era top das tecnologias), tenho um convite de um aniversário de 15 anos de 2009, de uma pessoa de quem eu gostava muito, tenho um macaquinho de 3 cm que ganhei ano passado no colégio. Tenho até aquelas coisas de prender cabelo (
Tenho a cartinha que a irmã criancinha de uma amiga escreveu pra mim (“Adré você e legau e dirvetido mais você é muito muito é muito chato fin nau”), tenho o cordãozinho que comprei no rock in rio 2011 do boliviano, tenho a tampinha da primeira Heineken que comprei depois de fazer 18 anos e tenho até um cantil (que guardo com muito carinho, tá) que peguei quando uma grande amiga se mudou para longe.
Guardo essas “besteiras”, e vou continuar guardando por muito tempo, por que acredito que esses pequenos trecos representam algo pra mim, me trazem ‘sorte’ (não que eu acredite em sorte, mas vai que funciona né), ainda mais na fase da vida em que eu estou, onde to começando a andar sozinho, amigos indo para caminhos separados, pessoas saindo e entrando na minha vida.
Essas coisas me trazem saudade, lembram me de momentos, pessoas, tempos em que tudo era diferente, eu era diferente. Esses pequenos itens me fazem lembrar de coisas boas, daquela época em que eu assistia Dragon Ball Z antes de ir para a escola, que Rouge era moda (

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